GeoDegrade

TÍTULO DO PROJETO: Desenvolvimento de Geotecnologias para Identificação e Monitoramento de Níveis de Degradação em Pastagens

 

Nas últimas décadas, o Brasil vem ganhando forças no setor de exportação de carnes em seus mais variados tipos e qualidades, ocupando a posição de segundo maior país produtor de carne no mundo. De acordo com estimativas atuais, o Brasil possui um rebanho de aproximadamente 200 milhões de cabeças de gado, sendo que as áreas de pastagens ocupam por volta de 200 milhões de hectares no território brasileiro. Estima-se que certa de 90% das áreas de pastagem são utilizadas de forma extensiva e desordenada, resultando em um menor custo de criação do animal.

Embora a pecuária nacional apresente baixo custo, o sistema extensivo é mais rudimentar e menos eficiente, alterando na qualidade e produtividade. Além disto, programas como "Produsa"      e      "Mais Pecuária" – de iniciativa do governo federal –, preveem a criação de créditos para aumento da população bovina, colocando metas para redução de novas áreas de pastagem. Ou seja, novas técnicas deverão auxiliar no aumento de 40% na produção sem a necessidade de expansão da fronteira agrícola.

Neste sentido, o projeto GeoDegrade busca desenvolver  instrumentos baseados em tecnologias geoespaciais que permitam, através de mapeamentos e desenvolvimento de técnicas, a identificação das áreas com pastagens degradadas e portanto, áreas com potencial para o aumento de produção.

Considerando a grande extensão das áreas de pastagens degradadas no Brasil a criação de um método analítico de custo reduzido, se mostra urgente e necessário, contribuindo para a melhor efetivação das metas estabelecidas pelo governo federal.

 

Mais sobre o projeto GeoDegrade nas abas situadas à esquerda.